Do Grafeno à Inteligência Artificial.

O celular que está em suas mãos neste momento está com os dias contados. O smartphone de hoje é só o início da revolução que acontecerá amanhã, que vai incorporar de vez a tecnologia em nossas vidas, tornando os dispositivos ainda mais smart, ou seja, inteligentes. A inteligência artificial ganha forma e você vai aproveitar cada evolução. Tem desde dispositivos inseridos na pele, até aparelhos com grafeno como matéria-prima.

Nas prateleiras das lojas, já é possível encontrar tecnologias capazes de deixar o usuário impressionado. No entanto, conexão 4G, câmeras potentes e leitores de digitais são itens básicos dos lançamentos, já que as paredes das fábricas escondem segredos que só o futuro poderá compreender. A principal mudança, responsável por um novo conceito, deverá acontecer não no celular como aparelho físico, mas na forma como o dispositivo se relaciona com o proprietário. A durabilidade da bateria vai provocar transformações na relação atual graças à realidade virtual e à Internet das Coisas, expressões que estarão incorporadas ao vocabulário do novo usuário.

Algumas tendências que estarão disponíveis para os próximos anos já são introduzidas gradativamente, embora nem todas as tecnologias tenham ainda sido reveladas. Para acompanhar a evolução, saiba quais serão as novidades que vão alterar a forma de se relacionar com o seu celular.

Toque na pele

Ao invés de telas sensíveis ao toque, pele humana. Com o uso de uma simples pulseira inteligente com um micro projetor embutido, a interface do smartphone surge na sua pele. A tecnologia vestível já tem nome: é o Cicret, que permite projetar todas as informações do celular no seu braço ao agitar o pulso. Tão intuitivo quanto os smartphones, as funções como pinçar e dar zoom também podem ser executadas com sucesso.

Já pensou no seu smartphone assim?
Os dispositivos vestíveis são uma aposta do mercado, e já vão muito além de óculos e relógios equipados com funções que só existiam nos celulares. No futuro, eles serão ainda mais compactos e tornarão ainda mais práticas tarefas como controle de eletrodomésticos,  localização via GPS e até mesmo a troca de fraldas das crianças.

Virtual e real

Será que teremos esse tipo de comunicação?


Os óculos de realidade virtual já estão chegando ao mercado, com foco principalmente nos games. Eles podem fazer com que o usuário fique totalmente imerso no jogo, em um nível de interatividade nunca antes visto. A reprodução de vídeos e o desenvolvimento de aplicativos que se adaptem a nova tecnologia também já estão chegando às telas dos smartphones.

Outros conceitos que quebram as barreiras entre o que é real e o que é virtual são a realidade aumentada e a holografia. A primeira permite integrar ao mundo real a visão do mundo digital: isso significa que, ao apontar a câmera para um objeto, será possível obter informações sobre ele, ao chegar num local histórico, você verá através da tela a cena que se passou ali há séculos atrás, é ser socorrido graças a um capacete de bombeiro que minimiza o ruído das chamas e potencializa o som dos gritos de ajuda. Já a holografia se configura pelo relevo das ondas de luz que pode tornar videoconferências, por exemplo, muito mais realistas, com a projeção imagética e, em breve, tátil da pessoa que está do outro lado da tecnologia.

Medicina no Smartphone


Se hoje, com aplicativos para smartphones, as pessoas já podem saber a quantidade de passos diária, as calorias ingeridas e os batimentos cardíacos, e com o Google têm acesso a informações que antes só estavam restritas aos médicos, em breve, sem sair de casa, com o auxílio de ferramentas móveis, o paciente saberá tudo o que está acontecendo em seu organismo.

O novo paciente vai monitorar sua própria saúde a qualquer hora e de qualquer lugar. Com um celular nas mãos ou um ponto eletrônico nos ouvidos, que serão verdadeiros laboratórios pessoais e portáteis, será possível verificar a temperatura, acompanhar os níveis de stress, coletar fluidos e, em seguida, enviar os resultados para laboratórios ou para o médico avaliar.

Construindo um celular


A personalização vai atingir possibilidades inéditas. O usuário poderá criar um smartphone que atenderá às suas necessidades, sejam elas quais forem. Bateria que ainda mais duradoura, lentes que captam imagens 365 graus, caixas de som mais potentes… No smartphone modular, a ideia é que cada módulo tenha suas variações e que acessórios possam ser acoplados para transformar um simples celular em um dispositivo totalmente diferente quando for preciso.

No futuro, será possível adquirir cada módulo separadamente e customizar o dispositivo. Além disso, a separação das funções permitirá economizar, pois se um item começar a dar problemas de funcionamento, é só substituí-lo por outro, mantendo o mesmo dispositivo.

Material Inesperado

O grafeno já é considerado um material ainda mais surpreendente que o silício, que é responsável pela atual era dos celulares. Descoberto há apenas uma década, o material do futuro é constituído de uma camada de carbono com um átomo de espessura. Isso confere ao grafeno resistência e flexibilidade, e chega a ser melhor condutor que o cobre.

Suas potenciais aplicações incluem o universo móvel. Quando estiver pronto para uso, o grafeno poderá realizar downloads e uploads em velocidade ultrarrápida, carregar o smartphone em um piscar de olhos e criar dispositivos dobráveis, como sucessores das telas Oled curvas.

Integração. Esta é a palavra que vai resumir as expectativas em relação ao smartphone. A fusão entre usuário e tecnologia está acontecendo gradualmente, mas a tendência é que em apenas 10 anos as promessas se tornem comuns e que tirar o celular do bolso para enviar uma mensagem é que se torne ultrapassado.

Grafeno pode unir Israel ao Brasil (publicado 2017)

A empresa Goldman Sachs chama o grafeno de “O Metal Milagroso”, outros chama de “A Maravilha Química” e Israel não está parado na busca de aplicações.

Atualmente existem no mundo cerca de 100 empresas trabalhando neste derivado do grafite. Apenas 16 delas tem capital aberto. As três maiores reservas mundiais do tipo de grafite de onde se consegue obter o grafeno atualmente se localizam no Brasil, na China e no Canadá. Mas a área brasileira, que é uma cadeia de montanhas entre os estados de São Paulo e Paraná foi ocupada por 60 índios, inclusive trazidos do Paraguai, por ONGs e as terras, hoje das mais ricas do mundo foram transformadas em reserva indígena no governo Dilma. Fique atento com este local, pois estará em foco ainda pelas próximas décadas. Além do Brasil ter a maior reserva da maravilha química, temos 98% de todo o nióbio do mundo e nosso governo prefere vender a quilo de minério que como produtos finais caríssimos.

A empresa Graphene-Info, baseada em Israel afirma abertamente que todas as tecnologias a base de silício e lítio serão substituídas pelo grafeno, revolucionando tudo relacionado à informática, sensores, baterias, condutores, displays e monitores, geração de energia e medicina. No caso das baterias, o que existe hoje em teste, mostra que uma bateria de celular de grafeno poderá ser recarregada totalmente em cinco minutos apenas.

Já existe uma definição de que os chips de computador baseados em grafeno poderão ser 10 vezes mais velozes que os atuais com um consumo elétrico ínfimo.

Um dos grupos que trabalha intensamente no desenvolvimento das baterias, que também irão revolucionar os carros elétricos é uma parceria entre a Universidade Ben-Gurion do Negev e a Universidade do Oeste da Austrália. Imagine recarregar seu carro com eletricidade enquanto toma um café ou um refrigerante no bar do posto? É o que estão prometendo para um futuro próximo.

*(não foi atoa a aliança entre Brasil e Israel)

VEJA TAMBÉM - 'CHIP CEREBRAL' que permite que os seres humanos simplesmente se conectem a um computador

Galeria do Artigo

Artigos Relacionados