MADURO FECHA ESCRITÓRIO DA PETROLEIRA EM LISBOA E TRANSFERE PARA MOSCOU - VÍDEO

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ordenou fechamento do escritório da gigante estatal petroleira PDVSA em Lisboa e transferência dele para Moscou, afirmou nesta sexta-feira (1º) a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, durante visita à capital russa.

"O presidente Nicolás Maduro instruiu que o escritório de Petróleos da Venezuela [PDVSA] na Europa, que se encontra em Lisboa, seja mudado e transferido para Moscou para consolidar nossa cooperação", disse Rodríguez durante a coletiva de imprensa junto com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

No contexto de uma conferência de imprensa pós-reunião, o ministro russo reiterou o apoio da Rússia para os esforços do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, destinadas a estabilizar a situação, bem como confirmou a sua solidariedade para com o Governo legítimo da América Latina país

Vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, disse sexta-feira durante uma conferência de imprensa conjunta com o ministro do Exterior Sergey Lavrov, o presidente venezuelano instruído para fechar o escritório PDVSA em Lisboa para movê-lo para Moscou.

"O presidente Nicolas Maduro instruiu o Gabinete de Petroleos de Venezuela S.A., na Europa, que está localizado em Lisboa, é transferido para Moscou", disse Rodriguez, acrescentando que a medida deve "fortalecer" a cooperação entre a Rússia ea Venezuela.

A medida estabelece a extensão da cooperação energética que Caracas teve com companhias petrolíferas russas, como Rosneft e Gazprom, disse Rodríguez. De acordo com suas declarações, as autoridades venezuelanas "não têm dúvidas" de que o momento do anúncio desta transferência é "oportuno".

"O mesmo mundo capitalista viola suas próprias leis"

A Europa não dá garantias à Venezuela de defender seus ativos porque "o mesmo mundo capitalista viola suas próprias leis", sublinhou abaixo.

Além disso, no âmbito da conferência de imprensa, o vice-presidente afirmou que Caracas "vão exercer ação legal" para garantir o seu "direito de defesa" de seus ativos financeiros, que estão em outros clubes de campo e foram entregues à oposição .

Rodriguez também reiterou que os medicamentos e alimentos que Caracas precisa serão comprados de Moscou.

No início de fevereiro, o Novo Banco de Portugal suspendeu transferência de verbas do governo venezuelano para bancos no Uruguai. 

No dia 28 de janeiro, Washington sancionou a petroleira venezuelana PDVSA, bloqueando US$ 7 bilhões em ativos da empresa. Além disso, segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, outros US$ 11 bilhões devem constituir as rendas perdidas nas exportações da empresa em 2019.

Em 2018, após as eleições presidenciais na Venezuela, a União Europeia sancionou vários funcionários venezuelanos por alegadas "violações de direitos humanos". Com o agravamento da situação no país sul-americano, a UE não descartou a possibilidade de novas sanções contra as autoridades de Caracas.

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